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domingo, 2 de março de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
domingo, 5 de janeiro de 2014
[PORTAL DE PLATÃO] O Universo - Além do Big Bang
Documentário do History Channel sobre uma das teorias científicas que gerou mais polêmica, tanto entre pessoas comuns, tanto entre cientistas: o Big Bang. Apoiado por alguns, mas repudiado por outros, o Big Bang é alvo de discussões inflamadas até hoje. Nesse documentário, nós aprendemos mais sobre as bases dessa teoria para entendermos o foi o Big Bang, ou mesmo se ele de fato aconteceu.
domingo, 22 de dezembro de 2013
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
[PORTAL DE PLATÃO] Vamos imprimir uma pizza?
Não é uma piada nem uma história de ficção científica. É REAL! A agência espacial americana informou que de fato está trabalhando em uma máquina capaz de "imprimir" comida, como pizzas!
A NASA (sigla de National Aeronautics and Space Administration, que pode ser traduzido como Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço), investiu 125 mil dólares em um projeto para a criação de um protótipo de uma impressora 3D de comida. Se der certo, a máquina poderá criar alimentos para astronautas em longas viagens espaciais.
O criador do projeto é o engenheiro mecânico Anjan Contractor, da Systems & Materials Research Corporation (Corporação de pesquisa em sistemas e materiais, em tradução livre). A preocupação da Nasa é importante, caso queira avançar na exploração espacial. Isso porque um dos maiores problemas de longas viagens especiais é o armazenamento de alimentos. Embalagens individuais ocupam espaço e a comida estraga rapidamente.
A NASA (sigla de National Aeronautics and Space Administration, que pode ser traduzido como Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço), investiu 125 mil dólares em um projeto para a criação de um protótipo de uma impressora 3D de comida. Se der certo, a máquina poderá criar alimentos para astronautas em longas viagens espaciais.O criador do projeto é o engenheiro mecânico Anjan Contractor, da Systems & Materials Research Corporation (Corporação de pesquisa em sistemas e materiais, em tradução livre). A preocupação da Nasa é importante, caso queira avançar na exploração espacial. Isso porque um dos maiores problemas de longas viagens especiais é o armazenamento de alimentos. Embalagens individuais ocupam espaço e a comida estraga rapidamente.
Mas, segundo o portal de notícias Quartz, Contractor não pretende que sua criação se limite apenas a imprimir comida para astronautas. O software da impressora será aberto e o hardware baseado no código-fonte livre da impressora 3D RepRap Mendel. Isso ajudaria, por exemplo, a solucionar a escassez de alimentos no mundo, além de reduzir a quantidade de resíduos ao preparar a refeição.A impressora usará cartuchos com materiais biológicos, óleos, carboidratos e proteínas em pó para fabricar a comida. A combinação desses cartuchos permitirá que a máquina imprima camada por camada, até que os alimentos ganhem forma. Cada cartucho poderá ter uma validade de 30 anos, o que será útil em viagens espaciais de longa distância.
Contractor já provou que o sistema funciona para a impressão de chocolate. O próximo passo será tentar imprimir uma pizza. Nesse caso, a impressora criará uma primeira camada de massa e depois o molho, com uma mistura de tomate em pó, água e óleo. A cobertura será uma camada de proteína, garantindo que não falte nenhuma fonte de nutriente nos alimentos.
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| Como prefere sua pizza: forno ou impressora? |
Vale lembrar que a Nasa não é a primeira a investir na criação de uma impressora capaz de imprimir comida. Andras Forgacs, CEO da startup Modern Meadow, captou 350 mil dólares para desenvolver uma impressora 3D capaz de criar carne artificial a partir de células animais. O dinheiro do investimento vem da Thiel Foundation, empresa do multimilionário Peter Thiel, cofundador do sistema de pagamentos online PayPal. Mas este projeto ainda não tem data de lançamento.
Assista ao vídeo em que Contractor mostra a impressão 3D de chocolate:

quinta-feira, 18 de abril de 2013
DA FICÇÃO PARA A REALIDADE
Os Saiyajin já usam faz tempo.
O Homem de Ferro também tem o seu.
Agora, é a sua vez de usar os Óculos de Realidade Aumentada da Google, também denominado Project Glass.
Foi agora apresentada mais uma novidade da Google, o Project Glass, que promete revolucionar a forma como nos relacionamos com o meio que nos envolve e com as pessoas com quem nos relacionamos. São uns simples óculos, mas trazem o mundo para a frente dos nossos olhos.
O Project Glass traz para o mundo real uma idéia já muito desejada e já diversas vezes vista em filmes de ficção científica. Os óculos de realidade aumentada da Google foram apresentados e prometem fazer com que tenhamos uma integração e interação com o resto do mundo de forma que até hoje não era possível. É um projeto que ainda precisa de muito tempo para ser desenvolvido, mas já conseguiu cativar muita gente. O protótipo apresentado mostra um produto numa fase de desenvolvimento já muito avançado. A armação de óculos suporta uma pequena lente que está colocada sobre um dos olhos dos utilizadores e onde é apresentada toda a informação relevante. Toda a interação é feita com recursos a comandos de voz, o que garante uma total independência.
Assista ao vídeo promocional apresentado pela Google X, setor de desenvolvimento tecnológico da gigante Google:
O nível tecnológico cresceu bastante nos últimos anos. Há 30 anos os computadores pesavam dezenas de quilos, hoje eles cabem na palma da mão. De acordo com a produção de Missfeldt, as hastes do Google Glass vão abrigar a bateria do aparelho e também vão ter o papel de “segurar” a CPU, as entradas para fones e microfones, além da câmera e do prisma — esses componentes vão ficar em uma espécie de caixa branca, do lado direito do seu rosto.
Para que as imagens possam ser vistas por você, o Glass vai trabalhar com um mini-projetor, o qual vai “jogar” as imagens em um prisma, que, por sua vez, as transmitem diretamente para a sua retina. Dessa maneira, você vai conseguir enxergar as camadas produzidas pelo produto e a paisagem à sua volta. Além disso, você vai poder colocar as camadas de imagens emitidas pelo Glass em diferentes posições e, para isso, basta movimentar o aparelho. No entanto, a novidade ainda tem um desafio: fazer com que o prisma emita as imagens com qualidade, mesmo que uma lente com grau esteja entre ele e o olho da pessoa.
É claro, o novo brinquedo não é barato. Até o fim do ano, quando a Google pretender lançar a primeira remessa do protótipo, o Google Glass custará cerca de $ 1.500 dólares (cerca de R$ 3.000 reais pela cotação atual). Mas a própria empresa anunciou que até o lançamento o preço do produto pode mudar.
O futuro está a nossa porta!
O Homem de Ferro também tem o seu.
Agora, é a sua vez de usar os Óculos de Realidade Aumentada da Google, também denominado Project Glass.
Foi agora apresentada mais uma novidade da Google, o Project Glass, que promete revolucionar a forma como nos relacionamos com o meio que nos envolve e com as pessoas com quem nos relacionamos. São uns simples óculos, mas trazem o mundo para a frente dos nossos olhos.
O Project Glass traz para o mundo real uma idéia já muito desejada e já diversas vezes vista em filmes de ficção científica. Os óculos de realidade aumentada da Google foram apresentados e prometem fazer com que tenhamos uma integração e interação com o resto do mundo de forma que até hoje não era possível. É um projeto que ainda precisa de muito tempo para ser desenvolvido, mas já conseguiu cativar muita gente. O protótipo apresentado mostra um produto numa fase de desenvolvimento já muito avançado. A armação de óculos suporta uma pequena lente que está colocada sobre um dos olhos dos utilizadores e onde é apresentada toda a informação relevante. Toda a interação é feita com recursos a comandos de voz, o que garante uma total independência.
Assista ao vídeo promocional apresentado pela Google X, setor de desenvolvimento tecnológico da gigante Google:
SAIBA COMO FUNCIONA
O NOVO GOOGLE GLASS
O nível tecnológico cresceu bastante nos últimos anos. Há 30 anos os computadores pesavam dezenas de quilos, hoje eles cabem na palma da mão. De acordo com a produção de Missfeldt, as hastes do Google Glass vão abrigar a bateria do aparelho e também vão ter o papel de “segurar” a CPU, as entradas para fones e microfones, além da câmera e do prisma — esses componentes vão ficar em uma espécie de caixa branca, do lado direito do seu rosto.
Para que as imagens possam ser vistas por você, o Glass vai trabalhar com um mini-projetor, o qual vai “jogar” as imagens em um prisma, que, por sua vez, as transmitem diretamente para a sua retina. Dessa maneira, você vai conseguir enxergar as camadas produzidas pelo produto e a paisagem à sua volta. Além disso, você vai poder colocar as camadas de imagens emitidas pelo Glass em diferentes posições e, para isso, basta movimentar o aparelho. No entanto, a novidade ainda tem um desafio: fazer com que o prisma emita as imagens com qualidade, mesmo que uma lente com grau esteja entre ele e o olho da pessoa.
É claro, o novo brinquedo não é barato. Até o fim do ano, quando a Google pretender lançar a primeira remessa do protótipo, o Google Glass custará cerca de $ 1.500 dólares (cerca de R$ 3.000 reais pela cotação atual). Mas a própria empresa anunciou que até o lançamento o preço do produto pode mudar.
O futuro está a nossa porta!
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
MEGAUPLOAD: ESPERANÇA RENOVADA
O Fundador do Megaupload detalha
novo serviço de compartilhamento, confira.
O fundador do Megaupload, Kim Dotcom, preso na Nova Zelândia após o fechamento do serviço em janeiro deste ano, revelou detalhes sobre o novo serviço de compartilhamento de arquivos que pretende lançar e que deve se chamar Mega. Em entrevista à Wired, Dotcom afirmou que o novo serviço aproveitaria todas as possibilidades da nuvem para evitar o acesso das autoridades aos conteúdos postados.
O funcionamento da nova ferramenta seria simples: ao fazer o upload de um arquivo, ele será criptografado e será decodificado por meio de uma senha que somente o usuário terá acesso. Assim, fica a cargo de quem subiu o arquivo a decisão sobre o compartilhamento ou não dele com outros internautas. Sem acesso a essa senha, o Mega não teria como assumir a responsabilidade pelo conteúdo armazenado pelos seus usuários.
"Se os servidores forem perdidos, se o governo entrar em um data center e violá-lo, se hackear o servidor ou roubá-lo, isso não lhes daria nada", explicou à Wired. "Tudo que for enviado para o site vai continuar fechado e privado sem a senha", disse. Dotcom acredita que mesmo a interpretação da lei que causou o fechamento do Megaupload não será capaz de derrubar o Mega. Para ele, a única forma de parar o serviço seria tornar ilegal a criptografia de dados.
"De acordo com a Carta de Direitos Humanos da ONU, a privacidade é um direito humano básico. Você tem o direito de proteger suas informações privadas e de comunicação contra a espionagem", avalia.
Autoridades dos Estados Unidos, incluindo o FBI (polícia federal americana), tiraram o Megaupload e outros 18 sites afiliados do ar em janeiro por considerar que o site fazia parte de "uma organização responsável por uma enorme rede de pirataria virtual mundial".
O Megaupload teria causado mais de US$ 500 milhões em perdas ao transgredir os direitos de propriedade intelectual de diversas companhias. As autoridades americanas consideram que por meio do site, que contava com 150 milhões de usuários registrados, e de outras páginas associadas, ingressaram cerca de US$ 175 milhões.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
FIBRA ÓTICA
Há um tempo atrás, eu deixei o recado acima no blog, explicando sobre um atraso em uma das postagens. Eu expliquei sobre o problema que me atormentou naquele dia ser justamente uma manutenção na rede de fibra ótica da cidade. O que eu não esperava era a quantidade de pessoas que se enganariam com esse aviso, confundindo-o com um texto explicativo sobre Fibra Ótica. Centenas de pessoas tem visitado constantemente aquele post, buscando uma informação que não existe.
Eu estava alheio a esse fato, e só o descobri quando recebi um comentário essa semana pedindo que de fato falasse sobre Fibra Ótica. Curioso, eu procurei saber em um dos melhores sites de informática da internet, o Tecmundo, e eis que descobri:
ESSA MATÉRIA FOI RETIRADO DO SITE TECMUNDO, leia no original AQUI.
O que é fibra ótica?
Saiba mais sobre esta tecnologia e aprenda por que ela é considerada uma das maiores invenções do século XX.A fibra ótica é um filamento extremamente fino e flexível, feito de vidro ultrapuro, plástico ou outro isolante elétrico (material com alta resistência ao fluxo de corrente elétrica). Possui uma estrutura simples, composta por capa protetora, interface e núcleo. A tecnologia tem conquistado o mundo, sendo muito utilizada nas telecomunicações e exames médicos, como endoscopias e cirurgias corretivas de problemas visuais, entre outras aplicações possíveis.
Como funciona?
Para entender o funcionamento da fibra ótica, é necessário retomar o conceito básico de refração da luz, uma daquelas matérias mais conhecidas das aulas de Física do Ensino Médio. Para não entrar em explicações muito técnicas, vamos usar o seguinte exemplo:
Suponha que você mergulhe em uma piscina, segurando uma lanterna acesa e apontada para a superfície (não esqueça de que é preciso incliná-la um pouco para que não fique totalmente reta). Dessa forma, observa-se que a luz vai seguir um sentido dentro da água, mas vai sofrer um desvio ao entrar em contato com o outro ambiente (no caso, o ar). Isso ocorre porque os dois ambientes possuem índices de refração diferentes, fazendo com que haja uma mudança na direção e na velocidade da luz.
Entretanto, existe um ângulo limite para que a refração aconteça. Quando o feixe de luz é lançado em uma direção além desse ângulo, a luz não consegue ultrapassar a superfície da água e volta a se refletir para dentro da piscina. Esse fenômeno é chamado de reflexão total.
É exatamente isto que ocorre no interior de um filamento de fibra ótica. A luz percorre de uma extremidade à outra da fibra, refletindo-se várias vezes nas paredes da interface — que mandam o feixe de volta para o núcleo — fazendo uma espécie de ziguezague ao longo do caminho.
Para entender o funcionamento da fibra ótica, é necessário retomar o conceito básico de refração da luz, uma daquelas matérias mais conhecidas das aulas de Física do Ensino Médio. Para não entrar em explicações muito técnicas, vamos usar o seguinte exemplo:
Suponha que você mergulhe em uma piscina, segurando uma lanterna acesa e apontada para a superfície (não esqueça de que é preciso incliná-la um pouco para que não fique totalmente reta). Dessa forma, observa-se que a luz vai seguir um sentido dentro da água, mas vai sofrer um desvio ao entrar em contato com o outro ambiente (no caso, o ar). Isso ocorre porque os dois ambientes possuem índices de refração diferentes, fazendo com que haja uma mudança na direção e na velocidade da luz.
Entretanto, existe um ângulo limite para que a refração aconteça. Quando o feixe de luz é lançado em uma direção além desse ângulo, a luz não consegue ultrapassar a superfície da água e volta a se refletir para dentro da piscina. Esse fenômeno é chamado de reflexão total.
É exatamente isto que ocorre no interior de um filamento de fibra ótica. A luz percorre de uma extremidade à outra da fibra, refletindo-se várias vezes nas paredes da interface — que mandam o feixe de volta para o núcleo — fazendo uma espécie de ziguezague ao longo do caminho.

Tipos de fibras óticas
Os tipos variam conforme o tipo de fonte luminosa usada e a quantidade de sinais que podem ser emitidos dentro da fibra:
Os tipos variam conforme o tipo de fonte luminosa usada e a quantidade de sinais que podem ser emitidos dentro da fibra:
- Monomodo
A propagação é feita por um único modo, pois a fibra apresenta um núcleo pequeno. O que significa que a largura da banda utilizada é maior e há menor dispersão da luz laser emitida, permitindo a transmissão de sinais a grandes distâncias (WAN). Apesar de a qualidade superiordas fibras monomodo, a fabricação é mais cara, o manuseio é difícil e exige técnicas avançadas.
- Multimodo
Além do laser, as fibras podem usar como fonte LEDs (diodo emissor de luz). Possuem um diâmetro maior e, por isso, mais de um sinal pode transitar o filamento. Dessa maneira, ainda se encontram duas subdivisões: fibras multimodo de índice degrau e as de índice gradual.
A diferença entre elas é que a capacidade de fibra de índice degrau é inferior em relação às outras, tanto pela quantidade de sinal transmitido ser menor quanto por causar maior perda das informações. Na fibra de índice gradual, há uma variação parabólica — como se fizesse uma sequência de arcos durante o percurso — e isso aumenta a faixa de frequência do sinal utilizado.
Devido a essas características, as multimodo são mais usadas para comunicações a curta distância, como redes locais (LAN).
A diferença entre elas é que a capacidade de fibra de índice degrau é inferior em relação às outras, tanto pela quantidade de sinal transmitido ser menor quanto por causar maior perda das informações. Na fibra de índice gradual, há uma variação parabólica — como se fizesse uma sequência de arcos durante o percurso — e isso aumenta a faixa de frequência do sinal utilizado.
Devido a essas características, as multimodo são mais usadas para comunicações a curta distância, como redes locais (LAN).

Benefícios do uso das fibras
As fibras ópticas estão substituindo os fios de cobre ao longo dos anos, principalmente no campo das telecomunicações, por não sofrerem interferência eletromagnética devido ao caráter dielétrico (isolante) do material. Em outras palavras, não há distorção do sinal por causa dos ruídos elétricos do ambiente externo ou das fibras óticas também agrupadas no cabo. Assim, a perda de informações durante o trajeto não é relevante.
Também por esta razão, a dificuldade de desviar qualquer sinal é consideravelmente grande e, dessa forma, as fibras são consideradas um meio bastante seguro para o transporte de dados. Ideal para quem requer uma rede com alto nível de privacidade.
Outra vantagem em relação aos fios de cobre: o material mais comum para a fabricação das fibras é o vidro, produzido da sílica, especificamente do quartzo, um dos minerais mais abundantes do mundo, logo o custo é relativamente baixo.
As fibras ópticas estão substituindo os fios de cobre ao longo dos anos, principalmente no campo das telecomunicações, por não sofrerem interferência eletromagnética devido ao caráter dielétrico (isolante) do material. Em outras palavras, não há distorção do sinal por causa dos ruídos elétricos do ambiente externo ou das fibras óticas também agrupadas no cabo. Assim, a perda de informações durante o trajeto não é relevante.
Também por esta razão, a dificuldade de desviar qualquer sinal é consideravelmente grande e, dessa forma, as fibras são consideradas um meio bastante seguro para o transporte de dados. Ideal para quem requer uma rede com alto nível de privacidade.
Outra vantagem em relação aos fios de cobre: o material mais comum para a fabricação das fibras é o vidro, produzido da sílica, especificamente do quartzo, um dos minerais mais abundantes do mundo, logo o custo é relativamente baixo.
Para saber tudo sobre o mundo digital, acesse o site Tecmundo.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
iPhone inovando...
Se o ladrão procurar um celular só vai achar um livro antigo: show de bola.
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